US ARMY


O Cliente


As Forças Armadas dos E.U.A. não se constituem apenas no maior poderio bélico do planeta. Elas são, também, o maior complexo bélico, operando ativa e efetivamente, mesmo em tempo de paz, em muitos países.

Naturalmente, tal presença internacional demanda inúmeras instalações, armamentos, homens, equipamentos, mantimentos e toda a sorte de insumos e de necessidades. Ou seja, implica em uma administração complexa e sofisticada, descentralizada em termos operacionais e ao mesmo tempo, centralizada na gestão.

A Situação

Mais especificamente, o Exército Norte-Americano buscava uma nova plataforma para um Sistema Aplicativo destinado a rastrear equipamentos e armamento pesado, sistema esse utilizado em todo o mundo por milhares de usuários - desde oficiais do Pentágono até soldados de bases militares lotados em outros países.

Tal Sistema Aplicativo, denominado SPBS - Standard Property Book System, que vinha sendo executado em computadores proprietários, deveria ser redesenhado e reinstalado, agora em ambiente aberto, em um novo ambiente multiusuário, multitarefa e de rede.
“Buscamos acabar com a nossa dependência de sistemas proprietários”, explica o Coronel Vincent Boyle, Comandante do Centro de Desenvolvimento de Software de Fort Lee, na Virgínia.
“Com um ambiente aberto, vamos poder nos adaptar com rapidez às freqüentes mudanças tecnológicas”.

A Solução

A busca da solução mais adequada, entretanto, não seria simples, dados os diversos aspectos do problema: “Como o SPBS-R é um aplicativo de perfil complexo e utilização pesada, que requer um alto grau de confiabilidade e segurança”, continua o Cel. Boyle, “conduzimos uma avaliação exaustiva de sistemas multiusuários, para identificar a mais confiável e econômica plataforma para que fôssemos capazes de cumprir nosso rígido prazo”.

“Começamos pensando em desenvolver um sistema baseado em UNIX”, declara o especialista Bill White, do Centro Tecnológico de Fort Lee na Virginia “mas ficamos preocupados com a curva de aprendizado e com o investimento em hardware associados ao UNIX”. “Consideramos também o MS-Windows”, continua, “mas percebemos que teríamos maior flexibilidade sob um ambiente de máquinas virtuais e que proporcionasse também a possibilidade de multitasking, multithreading e de networking.”